Sobre nós · Nossa história

Soyuz Tobacco Group

A Soyuz Tobacco Group é um negócio de tabaco verticalmente integrado em construção na Zâmbia. O Grupo cultiva sua própria fazenda em Mkushi, coloca sua usina de beneficiamento de Lilayi em operação em 2028 e comercializa através da STT Trading — folha de parceiros hoje, a produção própria do Grupo chegando em 2028, junto com a usina.

Começou com uma usina

Alexander Plastinin chegou à Zâmbia no fim de 2023 em uma missão comercial — vender fertilizantes pela Delta Bio — e ficou pelo que o país oferecia. Ao longo de safras e jantares com veteranos do setor, uma ideia sempre voltava: o beneficiamento de tabaco. A safra da Zâmbia crescia todos os anos; sua capacidade de beneficiamento, não. Em março de 2025 a visão havia tomado forma — Soyuz Tobacco Processing, uma usina GLT moderna em Lilayi, Lusaka. Plastinin fundou a STP e passou o ano seguinte conduzindo o projeto rumo ao financiamento.

No início de abril de 2026 ele trouxe Maksim Uspenskiy e Nikolai Gaichenia. Os três vinham do mesmo mundo — commodities — e negociavam entre si muito antes da Zâmbia. Uniram forças, dividiram os papéis e foram trabalhar.

De uma usina a uma plataforma

Trabalhando o projeto com os consultores e conselheiros seniores do Grupo, uma conclusão não parava de aparecer: no tabaco, perde-se margem em cada repasse. A fazenda vende sua folha, o beneficiador compra uma safra que não controlou, o trader move um produto que nunca viu no campo — e cada emenda custa dinheiro e qualidade. A resposta foi ser dono das emendas. Os sócios expandiram um plano de beneficiamento em uma plataforma verticalmente integrada — fazenda, usina e mesa de trading — e tornaram-se cofundadores da Soyuz Tobacco Group. A STP, a usina de Lilayi, permanece dentro dela como o projeto fundador de Plastinin.

O Brasil deu a certeza

Nas duas primeiras semanas de junho de 2026 os sócios levaram o plano ao coração da indústria: quatro dias em São Paulo com bancos e principais do setor, depois dez dias em Santa Cruz do Sul, a capital do beneficiamento no Brasil. Percorreram nove plantas — sete usinas GLT e duas primárias — todas elas comissionadas pela SUR Engenharia, a fabricante por trás da usina de Lilayi. Prova do equipamento, em escala industrial, nove vezes.

Em jantares e churrascos, donos de fábrica contavam a mesma história por todos os lados: Santa Cruz está saturada — plantas demais, produtores de menos. A Zâmbia é a imagem espelhada, e os veteranos concordavam sobre onde está o futuro da indústria: a África. O Grupo voltou para casa com relações comerciais em andamento — primárias e usinas brasileiras cuja folha a STT Trading ajudará a colocar — e com expertise sênior da indústria brasileira atraída para o projeto.

A tese

A Zâmbia foi por muito tempo o discreto terceiro mercado do tabaco da África Austral — o Zimbábue, o peso-pesado histórico; o Malaui, mundialmente conhecido pelo seu Burley. A Zâmbia cultiva ambos, com qualidade que o mercado reconhece, em um ambiente operacional comparativamente estável. A safra nacional cresce ano após ano; a capacidade de beneficiamento não acompanhou. Essa lacuna estrutural é a tese fundadora da plataforma — e as cartas de intenção e manifestações de interesse já obtidas por capacidade de beneficiamento e offtake mostram que o mercado também a enxerga.

A quem servimos

Vendemos apenas ao setor. Nossos clientes são negociantes de tabaco, fabricantes e compradores regionais que precisam de classes consistentes e de um rastro documental limpo — uma contraparte responsável para o tabaco zambiano.

Conheça as pessoas por trás da plataforma

Entidades registradas

Soyuz Tobacco Processing Limited — usina: Soyuz Tobacco Processing (STP) GLT, Lilayi City Light Industrial Zone (LSMFEZ), Lusaka, Zâmbia. Demais dados societários do grupo estão disponíveis com a mesa, sob solicitação.

Compliance

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